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Lembrei-me de ti

entre palavras, pensamentos e reflexões: dedico, amo e vivo.

Set 5, 2018
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by Diananeto 4 comments
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DoAmor

um amor (que de tão grande) não cabe no peito

written by Diananeto

Estás a ser a melhor fase da minha vida e ainda nem sequer nasceste – mas está quase. Sei que em menos de 3 semanas te irei ter nos meus braços. Será que vou ser capaz de segurar o meu mundo inteiro nos braços? – arrepio-me só de pensar!

Vens para um sítio novo, onde tantas pessoas (ansiosas) te esperam. Vens para um mundo de incertezas onde a única certeza que eu te posso dar é que vais ser a criança mais amada do universo (pelo menos por mim), tenho tanto amor para te dar que nem eu sabia que era possível.

Vens mudar a minha vida – ainda não sei bem como – mas sei que vou descobrir isso contigo. Vens ensinar-me – e aposto que tens mais para me ensinar do que já aprendi durante toda a minha vida.

 

 

Estou á tua espera (ansiosa mas feliz).

Vem quando quiseres – meu amor.

um amor (que de tão grande) não cabe no peito was last modified: Novembro 21st, 2017 by Diananeto
Novembro 21, 2017 0 comment
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DoAmor

Faz-me tua.

written by Diananeto

Abraça-me. Diz que me amas e que tudo irá ficar bem. Faz-me sentir única. Mostra-me que tudo tem um lado bom e faz-me perceber qual é. Ajuda-me a acreditar, a confiar.

Beija-me. Faz-me querer sorrir (sorrir de verdade) como só tu sabes fazer. Diz-me que os pesadelos um dia irão embora e que eu poderei voltar a ser verdadeira – com o que sinto e com o mundo.

Deseja-me. Faz-me sentir que o meu corpo é o único que queres. Que eu sou a única que permanece nos teus pensamentos (nos bons, nos maus e nos mais indecentes). Diz-me que é a meu lado que queres cometer as maiores loucuras e que ainda é comigo que queres realizar as tuas fantasias.

Ama-me. Como se não houvesse hoje, como se não houvesse amanhã. Fica comigo e faz-me sentir segura (de novo).

 

 

Imagem: Tumblr
Texto: Diana Neto
Faz-me tua. was last modified: Novembro 16th, 2017 by Diananeto
Novembro 16, 2017 0 comment
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DoAmor

– esta noite (quero-te)

written by Diananeto

Esta noite somos só nós. Quero sentir-te em mim, dentro de mim, junto a mim. Vem com tudo – com os defeitos, com as qualidades, com o amor, com a desilusão, com a mágoa e contigo – não te esqueças de nada. Porque eu amo-te assim, com tudo. Quero que me beijes, que me abraces, que me agarres – como só tu sabes. Quero que me digas a verdade e só a verdade. Hoje vamos ser sinceros um com o outro. Quero os teus segredos, quero os teus sonhos, quero os teus medos.

Esta noite, quero-te só a ti, assim por inteiro.

 

Imagem: Tumblr
Texto: Diana Neto
– esta noite (quero-te) was last modified: Outubro 12th, 2017 by Diananeto
Outubro 12, 2017 3 comments
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DoAmor

sê meu.

written by Diananeto

sê o meu mundo. sê aquele que não me faz querer errar, nem falhar. sê a pessoa que me vira o mundo do avesso, mostrando-me que esse pode ser o meu lado certo. sê o que me faz desesperar, mas também o que me abraça com mais força. sê o meu sorriso mais verdadeiro e o meu olhar mais sincero. sê o meu corpo e a minha alma. sê a pessoa que eu quero a meu lado que eu serei a pessoa que mereces ter.

sê o meu rei, que eu serei a tua rainha – como nos contos de fadas com um viveram felizes para sempre.

 

Imagem: Tumblr
Texto: Diana Neto
sê meu. was last modified: Outubro 11th, 2017 by Diananeto
Outubro 11, 2017 0 comment
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PalavrasSoltas

A esplanada.

written by Diananeto

Sentada na esplanada daquele café conseguia ver o meu reflexo no vidro que se encontrava bem á minha frente, logo depois daquela cadeira vazia – onde tantas vezes tu te sentaste e a encheste de alegria e amor (a ela e a mim).

Hoje sou só eu, o meu reflexo e o vazio.

Enquanto me observo pergunto-me se naquele reflexo – tão pouco nítido – serei mesmo eu, pois a única coisa que vejo é uma sombra – do que fui ou do que sou e não quero ver.

Sentada na esplanada daquele café senti a tua presença, senti o teu cheiro juntamente com a brisa do vento que se fazia sentir naquela tarde de verão. E mil e uma memórias passaram pela minha cabeça – e éramos tão felizes em todas (ou pelo menos aparentávamos ser).

Acendi um cigarro, como se o fumo fosse fazer desaparecer todas aquelas imagens da minha cabeça – e lembrei-me de como tu detestavas que eu fumasse. Surgiu de imediato um flashback das nossas discussões, e percebi que afinal nem sempre foi tudo um mar de rosas, e que a nossa relação não era uma estrutura sólida de coisas boas. Pelo contrário, a nossa relação sempre foi um pilar de fingimento, inseguranças, discussões.

Sentada na esplanada daquele café lembrei-me de ti pela primeira vez sem sentir saudade do que fomos. Lembrei-me de ti e senti um alivio (tão grande) no peito por já não fazer parte da confusão que era a tua vida. E agradeci. Agradeci por já não te ter. Agradeci pelo que aprendi o tempo que vivi contigo e sobretudo pelo que aprendi quando me abandonaste.

Sentada na esplanada daquele café dei por mim a escrever sobre ti, mais uma vez. Mas desta vez foi diferente – descobri que afinal sou feliz (sem ti) – e se até hoje me limitei a sobreviver, a partir de agora, irei com toda a certeza, começar a viver.

 

Imagem: Tumblr
Texto: Diana Neto

 

 

A esplanada. was last modified: Outubro 10th, 2017 by Diananeto
Outubro 10, 2017 0 comment
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PalavrasSoltas

quase-infiel

written by Diananeto

Conheci-o no trabalho – algo nele me chamou a atenção de imediato – talvez fosse por ser mais ou menos da minha idade e todos os outros serem bem mais velhos. Desde aquele dia, todos os dias de manhã sempre que chegava à empresa, mal saía do carro lá estava ele de cigarro na mão cá fora, com sorriso de orelha a orelha a dizer-me bom dia – respondia-lhe com um sorriso, outras vezes com um acenar de cabeça e quando estava bem disposta (que era algo muito raro de acontecer logo pela manhã), ficava ali a fumar um cigarro com ele.

Durante o horário de trabalho raramente nos cruzávamos, mas na hora de almoço quando ia tomar café lá estava ele – sempre muito falador e muito convencido, a achar-se a última bolacha do pacote. Eu era sempre a primeira a chegar ao café, e ele era sempre o último. Até que começou a chegar à mesma hora que eu, por vezes mais cedo. E antes de todos chegarem, éramos só os dois, a conversar durante uns 15 minutos.

15 minutos que passavam a correr, e sem eu dar por isso, começaram a ser os melhores 15 minutos do meu dia. Foi engraçado como me comecei a querer vestir melhor só para ir trabalhar, e como a minha vontade de acordar todos os dias mudou – sem eu reparar muito nisso.  A vontade de ir tomar café depois do almoço começou a aumentar, mais e mais, a cada dia.

Ele sabia que eu estava noiva, aliás, desabafei muito com ele sobre ti. Mas mesmo assim, ele continuava ali, a ouvir-me, a fazer-me sorrir  (e como o meu sorriso era feliz com ele).

Durante muito tempo senti-me observada e desejada por outro homem – e eu gostava disso. Dei por mim, umas quantas vezes a fantasiar com ele, mas sempre com a certeza de que era incapaz de lhe tocar.

No dia do nosso casamento pensei em desistir – mas em vez disso despedi-me. Escolhi-te a ti, e á nossa vida (im)perfeita. Escolhi dividir os meus dias contigo e continuar a ser amada e desejada por ti – um dia conto-te como isso me faz sentir única. Escolhi amar-te independentemente de qualquer pessoa ou qualquer coisa.

Talvez a vida me dê muitas outras tentações com o passar do tempo – mas de uma coisa eu tenho a certeza: enquanto te  tiver do meu lado nada me fará cair.

 

Imagem: Tumblr
Texto: Diana Neto
quase-infiel was last modified: Outubro 10th, 2017 by Diananeto
Outubro 7, 2017 0 comment
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EntreNós

#pensamentos

written by Diananeto

Aprendi que temos de lutar pelos nossos sonhos e acreditar, acreditar muito. Porque o impossível é só para quem não corre atrás, para quem se senta à espera que as coisas venham, mas deixem-me que vos diga – isso só acontece nos filmes.

Aprendi que nada acontece por acaso, se hoje tens uma desilusão é para que amanhã possas fazer algo melhor, e todo o sofrimento de uma maneira ou de outra um dia será útil para algo.

Ao longo do tempo tenho vindo a aprender várias coisas, tenho conseguido concretizar sonhos, tenho alcançado objectivos. Mas também tenho caído e sei que irei continuar a cair quantas vezes forem necessárias, mas no fim irei erguer-me sempre mais forte. E no que depender de mim não irei desistir no primeiro não, na primeira tentativa falhada.

Por mais que custe, há momentos em que temos de continuar a insistir, um dia dá certo.

Eu também não sei viver, mas continuo a improvisar. 

 

Imagem: Tumblr
Texto: Diana Neto

 

#pensamentos was last modified: Outubro 10th, 2017 by Diananeto
Outubro 4, 2017 0 comment
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DoAmor

o sonho.

written by Diananeto

Estavam lá todos. E os que não puderam estar pessoalmente, estavam lá de coração. E eu senti-os. Senti cada um deles do meu lado, na realização de um sonho, num dos dias mais importantes da minha vida.
Naquele momento em que eu estava ali sentada de frente para eles, os nervos tomaram conta de mim – falei sem pensar, e não consegui dizer nada do que tinha pensado – talvez tivesse que ser mesmo assim, ser espontânea. E eles estavam ali, a ouvir-me – alguns com a lágrima no canto do olho, outros com um sorriso nos lábios – e eu só consegui sentir-me feliz, (mais ainda).
Agora sei que eles me vão ler, e sei que me irão ver (a mim e a eles), naquelas palavras, porque eles conhecem-me como ninguém e eu conheço-os (quase) como a mim própria. Porque juntos partilhamos momentos, palavras, desilusões, segredos. E eu não podia deixar de os ter marcados naquele que foi o meu primeiro sonho realizado.

– Obrigada!

Imagem: Tumblr
Texto: Diana Neto
o sonho. was last modified: Outubro 2nd, 2017 by Diananeto
Setembro 28, 2017 0 comment
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PalavrasSoltas

O (meu) amor – como ele é.

written by Diananeto

E foi assim que nos despedimos: com um aperto no peito e com a certeza de que seriamos um do outro para sempre (afinal um amor como o nosso não poderia acabar assim) – mas a verdade é que acabou. E eu acabei com ele – a minha esperança, os meus sonhos, as minhas fantasias – tudo acabou no momento em que o nosso amor deixou de existir. Deixámos de nos ver, depois de nos falar, e com o passar do tempo já não conseguia sequer idealizar o teu rosto, lembrar-me do teu cheiro, arrepiar-me ao pensar no teu toque. Todas as lembranças acabaram por ficar cada vez mais escassas, cada vez mais longe do meu imaginário. As recordações continuaram guardadas no “baú” que é o meu coração e o amor acabou por adormecer (dentro de mim), aos poucos e com muito custo.

Ontem passei por ti na rua, atravessei a estrada e virei a cara para o lado – para que não me visses, para que eu não te visse. Porque apesar de saber que seremos para sempre um do outro, hoje soube que amar também é deixar ir – e eu deixei.

 

– até um dia (meu) amor. 

 

Imagem: Tumblr
Texto: Diana Neto
O (meu) amor – como ele é. was last modified: Agosto 11th, 2017 by Diananeto
Agosto 11, 2017 2 comments
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DoAmor

do amor.

written by Diananeto

Uma vida a crescer dentro de mim. Uma luz. Um raio que me ilumina – dia após dia.

Sinto-te, e sinto que tenho o mundo nas minhas mãos. Vejo-te (através do meu corpo), crescer, e eu cresço contigo – a cada dia, a cada hora, a cada segundo. Idealizo-te, e a maior felicidade deste mundo toma conta de mim. Ás vezes sinto que não existem palavras para descrever o que sinto ao ter-te (e logo eu, que sempre tenho palavras para tudo). És a melhor parte de mim, ainda não estás aqui e já me ensinaste que é possível amar ainda mais do que eu imaginava, do que eu sabia, do que eu conhecia como amor.

Serás sempre o melhor de mim ♥ o melhor de nós!

 

Imagem: Tumblr
Texto: Diana Neto
do amor. was last modified: Agosto 11th, 2017 by Diananeto
Julho 10, 2017 0 comment
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